quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Igreja - Identidade e Símbolos
IGREJA IDENTIDADE E SÍMBOLOS


Ao atravessarem eras e culturas, muitas palavras mudam de significado. É o caso de uma das mais importantes palavras da Bíblia: ekklēsia, muitas vezes traduzida no Novo Testamento como Igreja.
Modernamente, o vocábulo igreja tem designado denominações, o templo, e até mesmo grupos heréticos, mas qual era o seu real significado, ou significados, no Antigo e no Novo Testamento? Que relação há entre a igreja do Novo Testamento, as assembléias da polis grega e a sinagoga judaica, todas traduzidas pela palavra ekklēsia? E como a compreensão disto interfere em nossa compreensão do texto bíblico?
Trata-se de uma obra que busca compreender o texto bíblico e a ekklēsia em sua dimensão lexical, cultural, bíblica e teológica buscando a interpretação da identidade e natureza da igreja neotestamentária.


EU INDICO.


Fonte: CPAD

sexta-feira, 28 de outubro de 2011


Gerar e Criar
Todos nós sabemos como é complicado dizer para uma pessoa descrente que ela não é filha (pelo menos não ainda) de Deus. Ela se contorci fica enraivecida e verbera palavras contra a pessoa que lhe fez esta afirmação tão dura. o problema também acontece porque muitos pregadores não sabem explicar com cuidado, carinho e firmeza esta questão. Tive o prazer de ler o livro cristianismo puro e simples do famoso escritor irlandês C. S. Lewis. Ele (Lewis) nos mostra a diferença em ser filho de Deus e criatura de Deus. Para isso ele usa os verbos gerar e criar. Vejamos:

Gerar: gerar é dar luz a outra pessoa ou ser. Esta outra pessoa ou ser é por sua vez da mesma natureza do que o gerou. "um homem gera outro homem" "o Deus pai gerou o Deus filho" por isso Jesus é o filho legitimo de Deus. "Tu és meu FILHO Eu hoje ti GEREI". Notou?
Criar: Criar é fazer, formar, const:ruir uma coisa deferente do criador. A coisa criada não é "nem pode ser" da mesma natureza do criador. Deus criou o homem Gn 2.7, por isso ele é criatura de Deus. 
Mas o Criador quis por a criatura na posição de filho. para ver a formula desta mudança de posição veja: Jo 1.12,13: 3.6,7. Paulo fala em romanos que somos filho por adoção.Daí passamos a ter ainda que reflexo da natureza de Deus.
                         "O mundo é como o ateliê de um grande artista. Os homens são como estátuas petrificadas e dizem por aí que ganharemos vida."
                                                                                                                     ______________ C. S. Lewis

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

"IRMÃOS E AMIGOS QUERO VOS ANUNCIAR QUE AGORA SOU PRESBITERO DA IGREJA. MINHA CONSAGRAÇÃO ACONTECEU NO DIA 18 DE SETEMBRO DE 2011."

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

COMENTÁRIO MATEUS E MARCOS DE A. T. ROBERTSON

Comentário<br>Mateus & Marcos

Publicada há mais de setenta anos, esta obra alcançou verdadeiro status de “clássico” e ferramenta-padrão de consulta para pastores, professores e estudantes do Novo Testamento. Com uma erudição irretocável e uso pictórico da língua, identifica conotações e nuanças do grego frequentemente perdidas na tradução das palavras do Novo Testamento.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

                                                     c-s-lewis

Biografia de C. S. Lewis 

  

Nesta seção, a Sociedade C. S. Lewis traz a você uma biografia simplificada, mas com detalhes sobre os quais você nunca ouviu, da vida de C. S. Lewis. O texto foi produzido pela própria direção da Sociedade, que se reserva ao direito de uso exclusivo dele. Boa leitura!
~*~
C. S. Lewis (pseudônimo de Clive Staples Lewis) nasceu em Belfast, na Irlanda do Norte, em 29 de Novembro de 1898. Filho de Albert e Flora Lewis, C. S. Lewis tinha apenas um irmão, Warren Lewis. A família era de fé anglicana e frequentava a Igreja da Irlanda.
Quando contava com 4 anos de idade, ao apontar para se mesmo, apelidou-se de Jacksie, que mais tarde foi abreviado para Jack. Foi assim que Lewis ficou conhecido entre seus amigos próximos até sua morte e como, por inúmeras vezes, ele assinou suas cartas. C. S. Lewis, que gostava de apelidar as coisas, apelidou seu irmão de Warnie.
Ainda nesta época, Jack começou a inventar histórias junto com seu irmão, que era três anos mais velho. Uma delas tratava de um reino com ratos, sapos e outros animais falantes, que foi chamado deBoxen. Lewis nunca chegou a escrever um livro com as histórias desse reino de fantasia mas, anos depois, após a morte do irmão, Warnie fez uma compilação e a publicou. Além de Boxen, Lewis ainda escreveu ensaios, contos e romances.
Também nesses anos, por causa das chuvas e da forte ameaça de tuberculose, Lewis ficava muito tempo dentro de casa, em um de seus passatempos favoritos: esconder-se dentro de um velho guarda-roupa feito de carvalho pelo seu avô, Richard Lewis. Nas memórias da prima de Lewis, Clarice, Jack ficava contando suas aventuras enquanto brincavam no grande armário.
Em 1907, foi descoberto um câncer em Flora, a mãe de Lewis. Ela passou por uma cirurgia em fevereiro de 1908, mas acabou falecendo em 23 de agosto do mesmo ano – mesmo dia do aniversário de Albert, seu marido. Durante o sofrimento da esposa e após a sua morte, Albert se fechou, como se houvesse esquecido a existência dos filhos. Com isso, Jack e Warnie passaram a sentir que só podiam confiar um no outro.
No mesmo ano, Lewis foi enviado para estudar na Wynyard School, em Watford. Com problemas de adaptação, ele seguiu depois para a Campbell College, perto de sua casa em Belfast, concluindo seus estudos.
Em 1911, Lewis foi estudar na Inglaterra. Escreveu ao pai muitas vezes pedindo para ser retirado da sua escola, onde não conseguia se adaptar, chegando até a ameaçar suicídio. Na época em que estudou na Inglaterra, Lewis escreveu uma peça em que apresentava uma nova versão do mito nórdico de Bound. Anos mais tarde, Lewis reconheceu que o personagem Loki representava ele mesmo e que, além disso, na sua adolescência não acreditava em Deus e, ao mesmo tempo, ressentia-se do fato de que Ele não existisse e estava triste por este Deus – existindo ele ou não – ter criado um mundo tão cheio de falhas. Novamente pela falta de adaptação, no dia 19 de setembro do mesmo ano, Lewis inicia suas aulas particulares com William T. Kirkpatrick, conhecido como O Grande Crítico, que também foi tutor de seu pai.
Em 1914, em uma das festas na Irlanda às quais ia nos dias livres com a família, ele conheceu Galahad (apelido de Arthur Greeves), com quem manteve correspondência até o fim da vida. Lewis ficou na casa de Kirkpatrick até abril de 1917. Em dezembro de 1916, Lewis conseguiu uma bolsa de estudos na Universidade de Oxford. Lá, CS Lewis ficou de abril de 1917 até setembro do mesmo ano. Nesse tempo, conheceu o amigo Paddy Moore. Em novembro de 1917, Lewis batalhou na I Guerra Mundial, nas linhas de frente na França, e em abril de 1918, foi ferido na Batalha de Arras. Lewis tinha feito uma promessa com Paddy Moore que, caso um dos dois morressem na batalha, um cuidaria da família do outro. Paddy morreu em abril de 1918 e em novembro do mesmo ano a I Guerra Mundial acabou.
Lewis retomou seus estudos em Oxford, de 1919 até 1923, quando foi diplomado com Alta Distinção em Literatura Grega e Latina, Filosofia e História Antiga e em Língua Inglesa. Em março de 1919, Lewis publicou o livro Espíritos na Servidão com o pseudônimo de Clive Hamilton. O livro tinha ideias ateístas e seu pai dizia para Lewis não deixar o livro exposto em sua casa para os empregados não o lerem. Lewis, porém, garantiu ao pai que o Deus denunciado no livro não era o Deus no qual seu pai acreditava.
Em 1920, Lewis montou em Oxford uma casa para a Sra. Moore e sua filha, as quais eram mãe e irmã do falecido amigo Paddy, e começou a morar com elas a partir de junho de 1921. Em março do mesmo ano, morre William T. Kirkpatrick.
Em outubro de 1924, Lewis começou a lecionar Filosofia em Oxford como professor substituto. Em maio de 1925, foi eleito membro do Magdalen College, em Oxford, onde passou a trabalhar como professor de jovens que aprendiam Língua Inglesa e Literatura. Lewis ficou neste cargo por vinte e nove anos, transferindo-se em 1954 para o Magdalen College em Cambridge. Em maio de 1926, o primeiro encontro entre Lewis e o futuro amigo J.R.R. Tolkien aconteceu, e em 1929 Lewis tornou-se um teísta. Em Surpreendido pela Alegria, Lewis comentou sobre o momento que ele tornou-se um teísta: “No semestre do Trinity College, em 1929, eu cedi, admitindo que Deus era Deus, caí de joelhos e orei: talvez, naquela noite, eu fosse o mais desanimado e relutante convertido em toda a Inglaterra”. Em setembro desse mesmo ano, Albert Lewis morre de câncer em Belfast.
Em outubro de 1930 a Sra. Moore, Lewis e Warnie compraram The Kilns – uma propriedade próxima a Oxford, na qual Lewis e Warnie viveriam até o fim da vida. No ano seguinte, a reforma da Escola Inglesa proposta por Tolkien com o apoio de Lewis é aceita. Esta reforma reúne as disciplinas “língua” e “literatura’ em uma única matéria.
Em setembro de 1931, após uma longa conversa com Tolkien e Hugo Dyson, Lewis ficou convencido de que a fé cristã era real, e em 28 de setembro de 1931, Lewis retornou para a fé cristã, enquanto era conduzido na garupa de uma motocicleta em um passeio ao Zoológico Whipsnade. Lewis começou a frequentar a Igreja Anglicana – contrariando a opinião de seu amigo Tolkien, que era católico romano – na Paróquia Holy Trinity, em Oxford, onde permaneceu durante todo o resto de sua vida.
Em maio de 1933 Lewis publicou O Regresso do Peregrino. Nesse mesmo ano, as reuniões de Lewis com seus amigos, Os Inklings, são iniciadas. Em 1936, foi publicado o livro A Alegoria do Amor.
No dia 2 de setembro de 1939, quatro meninas evacuadas da II Guerra Mundial são acolhidas em The Kilns. Para distrair as crianças, Lewis iniciou uma história, que foi abandonada rapidamente, sobre quatro crianças refugiadas da guerra que ficam por um tempo na casa de um velho professor. Os nomes das crianças na história eram Ann, Martin, Rose e Peter. Foi o começo do que viria a ser seu maior sucesso.
Entre 1940 e 1941, Lewis deu palestras sobre o cristianismo para a Força Aérea Real da Grã-Bretanha. Em outubro de 1940, Lewis publicou O problema do sofrimento e, em 6 de agosto de 1941, fez a primeira das vinte e cinco palestras para a rádio BBC, que viriam a ser posteriormente o livro Cristianismo Puro e Simples. Em 1942 Lewis publica Cartas de um diabo a seu aprendiz, em 1946 publicou O Grande Abismo e em 1947, foi a vez de Milagres – Um estudo preliminar. Porém, em 1948, uma resenha fez com que Lewis revisasse o terceiro capítulo do livro e no mesmo ano, a edição revisada foi publicada.
Em 1950, Lewis recebeu a primeira carta de Joy Gresham, uma escritora americana de 34 anos, com quem se casaria anos mais tarde. Em 16 de outubro do mesmo ano, o primeiro livro da série Nárnia –O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa – foi publicado e assim nascia a famosa série As Crônicas de Nárnia.
No mesmo mês, Lewis inicia a correspondência com uma outra senhora americana chamada Mary. As cartas que Lewis enviou para ela foram publicadas em um livro chamado Cartas a uma Senhora Americana. Por Lewis ter o hábito de queimar as cartas que recebia, não temos acesso a nenhuma das cartas que ela enviou a ele, mas, neste livro, conhecemos um lado mais humano de Jack.
Em 1951, a Sra. Moore faleceu e o segundo livro da série Nárnia, Príncipe Caspian, foi publicado. Em 1952, Lewis publicou Cristianismo Puro e Simples e em setembro do mesmo ano, ele se encontrou pela primeira vez com Joy Gresham. Neste mesmo ano, A Viagem do Peregrino da Alvorada, que seria o último livro da série Nárnia, foi publicado. Em 1953, Lewis publicou A Cadeira de Prata – que é o quarto volume da série narniana – e, no ano seguinte, tornou-se professor titular de Literatura Inglesa Medieval e Renascentista em Cambridge, fazendo sua primeira palestra como titular no dia do seu aniversário. No mesmo ano, O Cavalo e seu Menino foi publicado. Joy, após ter se divorciado de seu marido, vai morar em Oxford, para não ter mais que encontrar o marido, que ficara nos EUA. Ela e Lewis viraram amigos próximos.
Em 1955, Lewis publicou Surpreendido pela Alegria e O Sobrinho do Mago. Em 1956, Lewis se casou no civil com Joy Gresham para que ela não fosse deportada. No mesmo ano ele ainda publicou A Útilma Batalha – ganhadora da Carnegie Medal – e Até que tenhamos rostos.  Ainda em 1956, a família Lewis descobriu que Joy tinha um câncer terminal nos ossos. Em março de 1957, Joy foi internada no hospital, e Lewis percebeu que estava apaixonado por ela. Lewis e Joy se casaram religiosamente no hospital. Em setembro do mesmo ano, Joy teve uma melhora e em dezembro, ela conseguia andar novamente. Em outubro de 1959, os exames de raios X revelaram que o câncer de Joy havia piorado. Em 1960, Joy e Lewis passaram a sua lua de mel na Grécia e, no dia 13 de julho do mesmo ano, faleceu Joy Lewis. Em 1961, Lewis fez um desabafo sobre o sofrimento de ter sua amada perdida no livro A Anatomia de uma Dor: Um luto em Observação. O livro foi publicado originalmente com o pseudônimo de N. W. Clerk. Neste ano, Lewis é internado com problemas nos rins e não pode ser operado. Lewis teve problemas de fraquezas, e se recuperou lentamente.
Em 15 de julho de 1963, Lewis sofreu um ataque cardíaco e foi internado. Ele sofria com a perda da concentração mental, e adormecia enquanto fazia suas atividades diárias. Lewis ficou em coma por quase 24 horas, e – contrariando as expectativas médicas – recuperou a consciência. No meio daquela madrugada, Lewis havia recebido a extrema unção e depois de sua repentina recuperação, Lewis perdeu novamente a consciência, recuperando-a apenas três semanas depois. Em 6 de agosto do mesmo ano, Lewis saiu do hospital e voltou para casa com um enfermeiro, tendo se demitido do seu cargo na universidade por não ter mais condições de exercê-lo.
Em 22 de novembro de 1963 às 17h30m, C.S. Lewis morreu em sua casa, uma semana antes de completar 65 anos.
Em 1964, o livro Oração: Cartas a Malcom, que havia sido preparado por Lewis antes de sua morte, foi publicado. E em 9 de Abril de 1973, Warnie Lewis morre. Warnie foi sepultado ao lado de seu irmão, e a tumba contém o nome dos dois e uma frase de Shakespeare: “Os homens devem, portanto, suportar suas vidas a partir de agora”. A frase estava em um calendário no quarto onde a mãe de C.S. Lewis, Flora, tinha morrido, e seu marido, Arthur, deixou a frase lá como um memorial até o fim de sua vida.

FONTE: comunidade influenciados por Lewis

sexta-feira, 22 de julho de 2011

                       


Podemos assemelhar a “pureza” de uma criança 
 há pureza do Espírito Santo?

“Não existe saúde espiritual com teologia errada!”
                                             -Silas Daniel


Ontem estava assistindo um programa evangélico em que certo “Pastor” estava pregando a “palavra de Deus”. Logo no inicio notei que ele era adepto da teologia da prosperidade e do triunfalismo. Em meio ao seu “sermão” descabido ele contou um caso que passou com sua esposa. Ele disse:

“eu e minha esposa estávamos no quarto antes de irmos dormir quando vi um link na tela do email. Curioso, pois o link não deixava pistas do que seria resolvi abrir e ver a mensagem com minha esposa. Para nossa infelicidade e perca de sono entrei num site de pedofilia onde tive o desprazer de ver adultos fazendo sexo com crianças.” 

Após contar o testemunho ele verbalizou as seguintes palavras com auto e bom som, até pediu ao câmera que a colocasse bem próxima do seu rosto e disse:

“A bíblia diz que quem peca contra o Espírito Santo não tem perdão. Uma criança é pura então quem faz sexo com uma criança peca Contra o Espírito Santo. Eu quero dizer que Deus não perdoa pedófilo! O pedófilo vai para o lugar mais quente do inferno e se Jesus não o queimar eu mesmo queimo se encontralo.”

Estas foram as palavras do suposto pastor. Quando as ouvi fiquei horrorizado e envergonhado com o que estava ouvindo já que as palavras estavam vindo de um “líder espiritual” e pelo menos com ele deve estar um mínimo de sabedoria. “As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.” (Eclesiastes 12:11)  Como tratar com essa questão tão difícil? Não temos outra opção se não fazer com que suas expressões sejam testadas pela palavra de Deus ou até mesmo por uma teologia sadia já que a que o pastor usou está enferma isso é. Se ele tem alguma.

Não quero aqui defender o pedófilo, de forma nenhuma. O que desejo é analisar sua condição a luz da Bíblia Sagrada.


Em que sentido uma criança é pura?

Até onde podemos considerar a pureza de uma criança? Será que uma criança é tão pura aponto de ser perfeita ou sem pecado? Dizer que uma criança é pura mim da á autoridade de assemelhá-la ao Espírito Santo? Mas do que nunca temos que tirar alguns mal entendidos concernentes à “pureza da criança”.

Para começar devemos lembrar que ninguém nasce sem pecado, o homem é pecador por natureza. O homem não precisa pecar para ser pecador ele peca porque é pecador. Sendo assim entendemos que uma criança também é um pecador (ra), as crianças não nascem livres do pecado mas debaixo da lei do pecado.
 O apostolo Paulo foi enfático quando disse que o pecado praticado por Adão passou para todos os homens e isso inclui as crianças. (ver: Rm 5.12) podemos ver que uma criança não precisa ser ensinada a pecar ela apenas desenvolve aquilo que está intrinsecamente relacionada à sua natureza pecaminosa e decaída.

Dizer que uma criança é pura não pode ser a mesma coisa que afirmar que ela não tem pecado. A única criança que não teve pecado foi Jesus que até mesmo nasceu de uma virgem por obra coativa do Espírito Santo. A criança é pura no sentido de simplicidade e inocência. Ela não maquina o mal contra o seu próximo para destruí-lo ou até mesmo com ódio ou outra coisa. Foi por isso que Jesus disse que da boca das crianças sai o perfeito louvor, elas não louvam com hipocrisia, mas com simplicidade de coração.

O sábio Salomão já dizia que desde cedo se percebe a estultícia da criança. Ou seja, eté as crianças já nos deixa perceber os traços de sua natureza pecaminosa.

Podemos assemelhar a pureza de uma criança com o Espírito Santo?

Tendo visto o relato acima entendemos com isso que não podemos em hipótese alguma assemelhar a “pureza” de uma criança com a pureza do Espírito Santo. Ele é puro em sua essência, ou melhor, o Espírito Santo como a terceira pessoa da trindade é a essência da pureza. Haja vista o seu nome ser Espírito SANTO.

O espírito Santo é tão puro que nele não há mancha. O Espírito Santo não se compactua com o pecado embora Ele habite dentro do pecador regenerado. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Corintios 3:16) devemos lembrar que o Espírito Santo é o principal autor da regeneração e purificação do coração humano “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” (João 3:5,8)

De tantas simbologias que a Bíblia faz do Espírito Santo uma delas que mostra sua pureza é a de uma pomba. (ver: MT 3.16: Jo 1.32)

Analisando o fato supracitado no inicio do texto podemos observar que a pureza de uma criança não pode ser comparada com a pureza do Santo Espírito. Encerrada essa questão passemos para a próxima.


Pecar contra o espírito santo não tem perdão?

Para inicio de conversa vejamos o texto em que o “pastor” firmou sua tese:

 “Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens.’ (Mateus 12:31 grifo do autor)

Todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens: mas a blasfêmia contra o Espírito Santo. A questão aqui não é pecar e sim blasfemar contra o Santo Espírito de Deus.

Pecar contra o Espírito Santo ou até mesmo contra a trindade Santa é algo danoso para a alma do homem uma vez que o pecado nos separa de Deus. Quando pecamos entristecemos o Espírito de Deus (Ef 5.30) pois Ele sente ciúmes de nossa adoração (Tg 4.5). pecar aqui é um ato isolado. Pecamos e em conseqüência entristecemos o Espírito Santo. Contudo devemos entender que isso não nos faz perder toda a esperança de sermos salvos.


Jesus não disse que aquele que pecar, mas aquele que blasfemar contra o espírito santo não será perdoado. Mas o que  é blasfemar contra o espírito Santo?

Blasfemar contra o Espírito é algo alem de pecar porem não se alcança essa condição (de blasfemo) sem ter pecado. Blasfemar no contexto da passagem supracitada significa pecar, continuadamente, ferindo, saltando ou lutando contra o Espírito Santo, matando seus profetas ou não ouvindo sua palavra. Podemos ver um exemplo disso nas palavras de Estevão contra seus oponentes: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais. ’ (Atos 7:51grifo do autor) lembre que os fariseus estavam resistindo o espírito por qual Jesus expulsava os demônios “Mas os fariseus, ouvindo isto, diziam: Este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios.” (Mateus 12:24) um exemplo dessa resistência é aquilo que Paulo fez com Pedro “E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, (...).” (Gálatas 2:11)

A história de Israel retrata um povo que repetidamente rebelou-se contra Deus e a sua palavra revelada. Ao invés de se submeterem as normas da sua lei, os israelitas se voltaram para os seus caminhos e modo de vida das nações ímpias ao seu redor. Mataram os profetas que os chamou ao arrependimento e que profetizavam a respeito da vinda de cristo. É isto o que significa “resistir ao Espírito Santo”. William Evans assinala que: “resistir tem a ver com a obra regeneradora do Espírito”, ou seja, resistimos ao espírito para não sermos regenerados por ele. Não queremos sua regeneração que Deus nos guarde de tal sentimento!

Blasfemar contra o Espírito Santo também pode ser chamado de apostasia, ou seja, abandono consciente e publico da fé cristã (Ver Hb 3. 12-19)

Finalmente quando o homem blasfema contra o Espírito Santo ele luta contra a única pessoa que pode o levar a salvação (Jo 16.8-13). É como se um homem que estivesse se afogando negasse o bote salva vidas daquele que quer lhe salvar. Agindo assim o homem perde mesmo a chance de salvar-se do inferno.

Conclusão: não bastasse a teologia da prosperidade o triunfalismo a ‘fé inteligente”  a confissão positiva a escatologia catastrófica agora temos que lutar contra a graça limitada. Sim graça limitada! Porque segundo a minha palavra (não a palavra de Deus) o pedófilo não tem perdão. E que história e essa de que ele vai para o lugar mais quente do inferno? Será que como geladeira lá tem o lugar que esquenta mais?(kkkkkk) e se Jesus não o lançar no inferno eu mesmo lanço. Por favor, digam a esse pastor que palhaçada tem limite. graça não!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

          

10 RAZÕES PARA FREQÜENTAR A ESCOLA DOMINICAL

1- Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus, ensinado na Escola Dominical.

2- Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da palavra de Deus.

3- Porque você cumpre os objetivos da igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Dominical são os mesmos da Igreja.

4- Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, pois é a Escola Dominical que determina a qualidade e o nível espiritual da igreja local, e não os outros departamentos como união de mocidade e de mulheres, por mais excelentes que eles sejam.

5- Porque você (seja adulto, jovem, adolescente ou criança) adquire uma fé mais robusta e mais madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades da Obra de Deus.

6- Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.

7- Porque você aprende e realiza evangelização na Escola Dominical e através dela; além disso, aprende a mar e a cooperar com a obra missionária.

8- Porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.

9- Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.

10- Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.

(Encarte da CPAD)