segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Decadência doutrinária na igreja brasileira.

O dicionário Aurélio assim define a palavra decadência: estado daquele o daquilo que decai; declínio. (Dicionário Aurelio, editora: positivo, 8ª edição, 2010).
Segundo Aurélio decadência significa cair de certa posição em que se estava. Declínio – mudança de posição e/ ou estado. Isso sugere uma queda, uma mudança de foco. Significa cair em e /ou no erro. É o mesmo significado que se dá a queda do homem – o pecado original.
Corrupção é outra palavra bastante apropriada para definir a decadência doutrinária da igreja brasileira. Um doutrina corrompida e que se corrompe a cada dia. Ainda apelando para o dicionário Aurélio assim temos a palavra corrupção: 1- ato ou efeito de corromper (-se); decomposição. 2- devassidão, depravação. 3- suborno; peita. (Dicionário Aurelio, editora: positivo, 8ª edição, 2010). Aqui devemos notar algumas palavras em especial.
Decomposição. Segundo Aurélio corromper-se é a mesma coisa que decomposição. Decomposição por sua vez é o ato de deteriorar-se. Desfazer-se. É exatamente isso que estamos vendo, uma doutrina evangélica que se corrompe, se decompõe, se deteriora a cada dia que passa. O interessante é que na medida em que a doutrina vai se decompondo, o mau cheiro exala toda a nação, e acredito que já está fedendo nas narinas de Deus. O que estamos vendo é uma doutrina em estado de putrefação.
Depravação. Uma doutrina depravada parece um desvario, mas não é. Basta vermos o que estão ensinando em nome de Deus (Mesmo Deus não tendo nada a ver com isso). Não são poucos os pastores adúlteros e imorais que para se auto defenderem pregam e ensinam uma doutrina depravada para que essa justifique suas vidas de pecado. São doutrinas de homens. Não são poucos os testemunhos de lideres que usando um ensino depravado e imoral chegam a possuir as esposas de seus fiéis. Não irá demorar muito para vermos lideres defendendo a pedofilia, e não será difícil de entender por que.
Suborno. Ao condenar a prática do suborna na vida dos lideres de Israel, Deus disse a razão: o suborno cega o juízo. Estamos vivendo dias em que doutrinas são regradas há suborno e dinheiro. Pastores são comprados, igrejas são vendidas, e ministérios são negociados. A verdade, como disse o poeta da musica gospel, Sergio Lopes: tornar-se moeda cruel no cassino das religiões.
Outra palavra apropriada para definir a decadência doutrinária é corrosão. Seguindo meu apelo ao dicionário Aurélio temos a seguinte definição para corrosão: 1- Ação ou efeito de corroer. 2- Desgaste, ou modificação química ou estrutural do material, provocados pela ação de agentes do meio ambiente.
É exatamente isso que tem acontecido. A doutrina tem sido desgastada, tem sido modificada (adulterada) química (na sua essência) ou estruturalmente (sistematicamente, desordem) pela ação de agentes (lideres) que estão inseridos no meio ambiente (evangélico), mas que nada tem de evangélicos, senão o titulo.
Erosão. Erosão, esta é uma palavra usada pelo escritor Charles Swindoll para definir o que tem ocorrido com a igreja do século XXI, mais precisamente no seu aspecto doutrinário.
“o dicionário defini erosão em termos simples: ‘ato de um agente que erode, que corrói pouco a pouco; o resultado desse ato’. Ao longo dos anos descobri três verdades acerca da erosão, todas paralelas as definições dos dicionários: não ocorre rapidamente, sempre de modo vagaroso; não atrai atenção para si mesma, sempre age em silencio; e não é um processo óbvio, é sempre sutil. (...) os efeitos vagarosos, silenciosos e sutis da erosão são motivos não apenas de preocupação material, mas, em maior grau, de preocupação espiritual. F. B. Meyer, pastor britânico de outrora, coloca desse forma: ‘ nenhum homem se torna vil de uma hora para outra’. Ao contrario, a corrosão espiritual ocorre em etapas (...) de uma maneira lenta e destrutiva. Pode suceder a indivíduos e, certamente, pode ocorrer com a igreja.
Um amigo querido recentemente visitou uma igreja local fundada por uma denominação com séculos de tradição e raízes profundas na teologia conservadora. As pessoas que deram origem a essa denominação amavam as escrituras, proclamavam a palavra de Deus e viviam de acordo com as verdades nela contidas. Para dizer a verdade, esses indivíduos eram desprezados pelos demais por serem “retrógrados”. A intenção deles nunca foi iniciar uma denominação. No entanto, seu modo de viver deu origem a um movimento que varreu a Inglaterra e acabou cruzado a atlântico, chagando aos Estados Unidos. Apesar disso, meu amigo e sua esposa, ao participarem do culto naquela manhã, com centenas de outras pessoas, observaram que apenas eles dois e outro irmão haviam trazido a Bíblia.  Sinais dos efeitos da erosão. O desvia daquela igreja em relação as suas raízes teológicas vigorosas não ocorreu em dois meses, dois anos, ou mesmo duas décadas. Antes, foi uma erosão vagarosa, silenciosa e sutil. À medida que o tempo passar, essa denominação dificilmente reterá suas convicções originais, ou se quer se lembrará delas”.
Usando as palavras de C. S. Lewis, Swindoll continua:
“C. S. Lewis, em sua criativa obra intitulada: cartas de um diabo ao seu aprendiz, escreveu: ‘Com efeito, a estrada mais segura para o inferno é aquela ladeira gradual e suave de chão macio, sem curvas acentuadas, sem marcos de quilometragem e sem placas de sinalização’. Quatro palavras se destacam no texto de Lewis: sem marcos de quilometragem. A fim de acordar do seu sono prolongado, a igreja precisa de marcos. O marco serve a uma de duas funções básicas: mostrar até que ponto nos movemos em direção aos nossos objetivos, ensejando motivos de celebração, ou quanto nos desviamos do rumo, compelindo-nos a retornar. (...) O marco representa um ponto de referencia a partir do qual podemos tirar medidas objetivas. Paramos, olhamos para trás e nos lembramos do motivo inicial de termos iniciado a jornada. Precisamos recordar e reafirmar nossos objetivos originais e, em seguida, perguntar: ‘Aqueles objetivos ainda são nossos? Estamos no rumo certo?’. É necessário haver pontos de parada ao longo do caminho, pausas obrigatórias para refletirmos se desviamos ou não do rumo. A razão para isso é simples: sem marcos, a igreja se perderá. Conforme ocorre no processo de erosão, não perceberemos o desvio se não estivermos prestando atenção”. (Swindoll, a igreja desviada, p.19,20).
Prestar atenção. Tá aí uma coisa que os evangélicos brasileiros não fazem. “Até porque, no contexto de um evangelho sensitivo, prestar atenção não é nada espiritual”.  O povo brasileiro é sobretudo religioso até a tampa. Nessa religiosidade, gostamos de ver, pegar e sentir. Sendo assim, não nos surpreende o nível de idolatria em que se afoga o nosso povo. Não é o bastante saber que Deus existe – “eu preciso toca-lo”, pensam alguns. Não nos conformamos com um Deus invisível – “precisamos velo”, pensam outros. Não basta saber que Jesus está nos templos – “é necessário senti-lo”, dizem ainda outros”. Nesse particular, como já dissemos, não há espaço par uma espiritualidade criteriosa e investigativa.
Lembro-me de um culto em que o pregador disse: “não se importe ou se preocupe se o que você está sentindo é de Deus ou do Diabo, só não saia daqui sem sentir nada”. Isso é exatamente o que tem ocorrido em nossos ajuntamentos ditos pentecostais, um culto sensorial que despensa o exame espiritual. Muitos estão se “enchendo do espírito”, mas não estão prestando atenção nos seus verdadeiros motivos, anseios e emoções. Precisamos de mentes espirituais que possam detectar os sinais de “erosão” na igreja.
Por não termos prestado atenção em nossos verdadeiros motivos evangélicos, estamos vivendo um decadência doutrinária quase sem precedentes. O pastor Paulo romeiro nos mostra fatos gritantes:
·         Há evangélicos que enviam seus dízimos para a LBV (Legião da Boa Vontade), pensando tratar-se de uma organização evangélica. A LBV é uma seita espírita.
·         Pastores evangélicos usam a revista despertai! e A Sentinela das testemunhas- de-Jeová para ministrar a escola dominical. Outros já usaram a revista acendedor da Seicho-No-Iê.
·         Algumas igrejas dão seus púlpitos aos mórmons, só porque dizem ser missionários note- americanos. (Romeiro, p.16).
As informações que nos chegam são simplesmente aberrantes. A igreja brasileira posta em destaque neste texto é ignorante quanto a questões doutrinarias e tradição cristã. Não tenho duvidas que isso é sinal de muito entretenimento e pouquíssimo ensinamento Bíblico. Vendo por essas lentes, não nos assusta o tão grande número de crentes trambiqueiros, ante-éticos, e imorais, e, que ainda profetizam (profetizam?): o Brasil é de Jesus. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A ATUALIDADE DOS PROFETAS MENORES                 capitulo  01.2        





Texto Aureo:
Lições Bíblicas Mestre <br>Jovens e Adultos <br>4º trimestre de 2012“Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que todo homem de Deus seja perfeito e perfeitamente equipado para toda boa obra”. 2 Tm 3.16,17
Verdade prática: A AT
Quanto aos Doze Profetas, que seus ossos rebrotem de seus túmulos; pois fortaleceram Jacó e o resgataram por sua virtude fiel. Eclesiástico 49.12 – livro apócrifo.

Este texto nos mostra que toda e qualquer parte da Escritura tem um valor inenarrável para o homem. Tanto os livros históricos como o Pentateuco ou poéticos e/ ou profetas maiores são de suma importância para nós nos dias de hoje. O que não deixa de fora os chamados profetas menores. O sentido de menor não é a mesma coisa que de menos importância. No cenário bíblico todos os escritores foram de muita utilidade para Deus moldar a vida do seu povo a fim de cumprir os seus propósitos.

1- A ORIGEM DO TITULO “PROFETAS MENORES”.
Porque este titulo foi dado aos últimos doze  livros do antigo testamento? Se formos analisar a Bíblia hebraica eles estão inseridos no mesmo grupo dos “profetas maiores”.  Tudo indica que foi Esdras e a “grande sinagoga” que os agrupou desta forma aproximadamente em425 a.C. a tradição Judiaca os chamava de “os doze” o intreressante é que o escritor Jesus Bem Sirac os sitou em seu livro conhecido como eclesiástico. “Quanto aos Doze Profetas, que seus ossos rebrotem de seus túmulos; pois fortaleceram Jacó e o resgataram por sua virtude fiel. Eclesiástico 49.12 – livro apócrifo”. Quanto a designação 'PROFÉTAS MENORES" esta surgiu na Igreja Latina conforme registra Agostinho bispo de Hipona (345-430 d. c.).


1- MENORES EM QUANTIDADE NÃO EM QUALIDADE.
A origem do titulo “profetas menores” é lhes dado por sua pouca literatura escrita. Não podemos jamais deduzir que eles eram menores em importância que os chamados “profetas maiores”. Todos eles tiveram uma participação importantíssima no Canon. Definitivamente não é a qualidade se posso assim dizrer que está aqui em questão mas seus escritos –escritos estes tão importantes como qualquer outro livro da Bíblia Sagrada. “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que todo homem de Deus seja perfeito e perfeitamente equipado para toda boa obra”. 2 Tm 3.16,17

2- O CARATER DA PROFECIA.
A profecia dos livros em estudo não é de caráter preditivo tão somente, eeles pregavam contra o pecado atual do povo rebelde. Oseias criticou a postura adultera de Israel, Jonas pregou por quarenta dias contra a cidade de Nínive – no caso de Jonas a profecia foi de caráter atual e preditivo. “E começou Jonas a entrar pela cidade, fazendo a jornada dum dia, e clamava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida”.(Jn 3.4)

3- OS PROFETAS MENORES E A IGREJA DO SÉCULO XXI.
 Foi o pastor Pedro quem nos mostrou a importância das palavras proféticas veja:
“E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações; sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo”. II Pd 1.20,21,22

Educar é uma função de todos

Qual professor, ou mesmo pai, já teve a curiosidade de saber qual é o verdadeiro significado da palavra educar? E se essa é uma tarefa da família ou da escola? Para a maioria das pessoas “educar” é uma obrigação exclusiva das escolas e de seus respectivos profissionais, se esquecendo que Educar é uma função de todos, tanto dos pais quanto dos educadores. O conceito de educar vai muito além do ato de transmitir conhecimento, educar é estimular o raciocínio, é aprimorar o senso crítico, as faculdades intelectuais, físicas e morais.

O homem é um ser que precisa de orientação e informação. Esses conhecimentos são adquiridos na escola, e ela, juntamente com os pais, deve despertar nos alunos a curiosidade e a capacidade para entender o mundo que os cerca, e de ensiná-los os conceitos empregados pela sociedade.

A educação é função de todos, pois aprendemos até mesmo em uma conversa com uma pessoa de outra cultura, que recebeu educação diferente da nossa, etc. Isto é, nosso aprendizado depende não só da escola, mas também de nossos familiares e das pessoas que convivemos, seja na escola, em casa ou no trabalho. A educação é algo que cabe em qualquer lugar.

Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola
Fonte: R7 - Canal do Educador

sábado, 22 de setembro de 2012


      Pastor Youcef Nadharkani escreve carta de agradecimento a cristãos de todo o mundo

  Veja a carta do pastor Youcef Nadharkani divulgada pela ACLJ:

“Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e “Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!… Salmo 115:1
Salaam! (A paz esteja com você!)
Eu glorifico e dou graça ao Senhor com todo o meu coração. Sou grato por todas as bênçãos que Ele me deu durante toda a minha vida. Sou especialmente grato por Sua bondade e proteção divina que estiveram presentes durante a minha detenção.
Eu também quero expressar a minha gratidão para com aqueles que, em todo o mundo, têm trabalhado por minha causa ou, devo dizer, a causa que eu defendo. Quero expressar a minha gratidão a todos aqueles que me apoiaram, abertamente ou em completo sigilo. Está tudo muito claro em meu coração. Que o Senhor te abençoe e te dê a Sua Graça perfeita e soberana.
Na verdade, eu fui posto à prova, passei num teste de fé que, de acordo com as Escrituras, é “mais preciosa do que o ouro perecível”. Mas eu nunca senti solidão, eu estava o tempo todo consciente do fato de que não era uma luta solitária, pois eu sentia toda a energia e apoio daqueles que obedeceram a sua consciência e lutaram para a promoção da justiça e dos direitos de todos os seres humanos. Graças a estes esforços, tenho agora a enorme alegria de estar de novo com minha maravilhosa esposa e meus filhos. Sou grato a essas pessoas através das quais Deus tem trabalhado. Tudo isso é muito encorajador.
Durante esse período, tive a oportunidade de experimentar de uma forma maravilhosa a passagem da Escritura que diz: “Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação.” [2 Co 1:5]. Ele confortou a minha família e lhes deu condições de enfrentar essa situação difícil. Em sua graça, Ele supriu suas necessidades espirituais e materiais, tirando um peso de minhas costas.
O Senhor maravilhosamente me conduziu durante os julgamentos, permitindo-me enfrentar os desafios que estavam na minha frente. Como a Bíblia diz: “Deus não nos deixa ser provados acima de nossa força…”.
Apesar de eu ter sido considerado culpado de apostasia, de acordo com uma certa interpretação da sharia, agradeço que o Senhor deu, aos líderes do país, a sabedoria para findar esse julgamento, levando em conta outros fatos. É óbvio que os defensores do direito iraniano e os juristas têm feito esforço importante junto às Nações Unidas para fazer cumprir a lei e o direito. Eu quero agradecer a todos aqueles que defenderam a verdade até o fim.
Estou feliz de viver em uma época em que podemos ter um olhar crítico e construtivo em relação ao passado. Isto permitiu que o surgimento de textos universais visando a promoção dos direitos do homem. Hoje, somos devedores desses esforços prestados por pessoas queridas que já trabalharam em prol do respeito da dignidade humana e passaram para nós estes textos universais importantes.
Eu também sou devedor àqueles que fielmente ensinaram sobre a Palavra de Deus, para que a própria Palavra nos fizesse herdeiros de Deus.
Antes de terminar, quero fazer uma oração pelo estabelecimento de uma paz universal e sem fim, de modo que seja feita a vontade do Pai, assim na terra como no céu. Na verdade, tudo passa, mas a Palavra de Deus, fonte de toda a paz, vai durar eternamente.
Que a graça e a misericórdia de Deus seja multiplicada sobre vocês. Amém!
Yousef Nadarkhani”
Por Jussara Teixeira para o Gospel+

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

     

Lições Bíblicas Mestre <br>Jovens e Adultos <br>4º trimestre de 2012
 OS PROFETAS MENORES

Os profetas Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque,Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias são denominados de profetas menores, como a lição bíblica deste trimestre estará estudando este tema acho que e propicio postar alguns documentos referente este tema.

Nossa primeira proposta é tentar responder o porque de serem chamados assim. segundo a história os livros prófeticos foram arrolados em um único volume pelo escriba Esdras e a chamada grande sinagoga* pós o cativeiro babilônico em 425 a. C. Na literatura judaica estes foram chamados de "OS DOZE" ou "OS DOZE PROFETAS" aproximadamente em 190 a. C. daí o escritor Jesus Ben Sirac* escrever "Quanto aos Doze Profetas, que seus ossos rebrotem de seus túmulos; pois fortaleceram Jacó e o resgataram por sua virtude fiel". Eclesiástico 49.12 Quanto a designação 'PROFÉTAS MENORES" esta surgiu na Igreja Latina conforme registra Agostinho bispo de Hipona (345-430 d. c.).

Contudo esta alcunha não quer dizer que estes doze tenham menas importância que os demais profetas (Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel e Daniel), eles são chamados de profetas menores pois sua quantidade de escritos foram menor que a dos demais citados entre parentese. A própria Bíblia nos mostra que estes eram e/ou é tão importantes com aqueles. “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que todo homem de Deus seja perfeito e perfeitamente equipado para toda boa obra”. 2 Tm 3.16,17.

Na próxima postagem examinaremos a atualidade da mensagem dos profetas menores.


*Grande sinagoga é o título atribuído a 120 escribas.
*Jesus Ben Sirac é provavelmente o autor do livro apócrifo chamado de Eclesiastico.

sábado, 12 de maio de 2012

Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto , você não deve entregá-lo á ninguém , nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro , sem movimento , sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável , irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno. 

[Em "Os quatro amores"] C. S. Lewis

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Igreja - Identidade e Símbolos
IGREJA IDENTIDADE E SÍMBOLOS


Ao atravessarem eras e culturas, muitas palavras mudam de significado. É o caso de uma das mais importantes palavras da Bíblia: ekklēsia, muitas vezes traduzida no Novo Testamento como Igreja.
Modernamente, o vocábulo igreja tem designado denominações, o templo, e até mesmo grupos heréticos, mas qual era o seu real significado, ou significados, no Antigo e no Novo Testamento? Que relação há entre a igreja do Novo Testamento, as assembléias da polis grega e a sinagoga judaica, todas traduzidas pela palavra ekklēsia? E como a compreensão disto interfere em nossa compreensão do texto bíblico?
Trata-se de uma obra que busca compreender o texto bíblico e a ekklēsia em sua dimensão lexical, cultural, bíblica e teológica buscando a interpretação da identidade e natureza da igreja neotestamentária.


EU INDICO.


Fonte: CPAD